Para a eternidade passear... Vez ou outra entra para tomar um chá.
domingo, 31 de maio de 2015
Queria ser flauta na mão do poetinha.
Fotografaram a traquinagem de ser criança.
dentro pouco tanto tem.
Não consigo dizer nenhuma palavra. Só adoro o teu nome. Medito nele, há tantas coisas boas novas por trás dele. Quando adoro me sinto paciente. E, estando paciente as palavras vêem docemente.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Carrego palavras que não são fardos. Escrevo e me vejo destruída como os caquinhos de vidro espalhados pelo chão. Me corto, enquanto escrevo só assim te vejo e te digo palavras malditas, já escritas, desse coração de carne sangrando por todos os cantos.