domingo, 31 de maio de 2015

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Carrego palavras
que não são fardos.
Escrevo e me vejo
destruída
como os caquinhos de vidro espalhados pelo chão.
Me corto, enquanto escrevo
só assim te vejo
e te digo palavras
malditas,
já escritas,
desse coração de carne
sangrando por todos os cantos.